Ingredientes:
- uma noitada bem passada
- uma manhã bem dormida
- fome
- praticamente nada no frigorífico
- atum
- brócolos
- tomate médio, fresco, semi-maduro
- pimento vermelho
- pimenta branca
- SAL AROMATIZADO DE ALECRIM DAS MARINHAS DE SAL DE RIO MAIOR
- SAL AROMATIZADO DE ORÉGÃOS DAS MARINHAS DE SAL DE RIO MAIOR
(todas as quantidades são a olho. Convém que pelo menos um esteja aberto)
Receita:
- Mantenha-se activo até altas horas a uma sexta à noite, com potencial para poder acordar bastante tarde no sábado
- Acorde, efectivamente, tarde nesse sábado
- Certifique-se que tem em casa apenas os ingredientes atrás citados
- Comece por deixar descansar os brócolos em água fervente. Zero sal envolvido
- Parta com as mãos uma porção do pimentão e, com recurso a uma faca, pique em cubos de 2 a 3 milímetros de lado
- Remova a casca ao tomate e corte em 12 gomos
- Sobre estes dois ingredientes, despeje (antigo termo de culinária) o conteúdo de uma lata de atum
- Adicione pimenta branca e misture bem
- Em estando cozidos, misture os brócolos ao preparado
- Polvilhe com meia pitada de SAL AROMATIZADO DE ORÉGÃOS DAS MARINHAS DE SAL DE RIO MAIOR
- Em larga caneca de leite, deite a água de ferver os brócolos, acrescida de dois terços de pitada de SAL AROMATIZADO DE ALECRIM DAS MARINHAS DE SAL DE RIO MAIOR
- Coma-se!
José Dias Ferreira está a anos-luz da irmã. Suspende-se do programa "O dia seguinte" para não ter vantagem mediática sobre os seus adversários, porém, a sua declaração de candidatura é precisamente no programa...
Vejamos se esta será o terceiro jogo de toca-e-foge em que se mete: lembremo-nos que já por duas vezes se declarou candidato ao Sporting.
Sim, já!
"Cavaco Silva teve 74% em Boliqueime. Manuel Alegre teve 24% em Águeda. Quem em sua casa não é bem visto...nem nascendo duas vezes!"
31 da Armada
Alec
William
Daniel
Stephen
Alguém cujo nome é absolutamente irrelevante disse que Cavaco Silva nada tinha feito pelo Nordeste de Portugal.
Quando li esta enormidade lembrei-me do grande hit "Para ti Maria", que começava com "De Bragança a Lisboa são 9 horas de distância".
Hoje, para ser levar esse tempo todo só mesmo indo de bicicleta.
A desactualização dessa música deve-se ao actual Presidente da República!
Quando o Cláudio me chamou a atenção para esta malta, passei-me nesse instante!
Grandes!
Cavaco Silva vendeu as suas acções na SLN (dona do BPN), por um preço inferior ao de outros accionistas. Isto mesmo foi ontem dito por Marques Mendes na TVI24
De acordo com uma auditoria ao grupo SLN feita há dois anos e citada por Mendes, em 2002 houve vendas de acções a 2,67 euros, no ano seguinte a 2,80, em 2004 a 2,86. Em Novembro de 2003, quando Cavaco vendeu as 105.378 acções (compradas no ano anterior a um euro cada) por 2,40 euros, houve vendas de outros accionistas a 2,61 euros. E o próprio banco, que comprou as acções a Cavaco, revendeu-as em Dezembro a 2,60 euros, acrescenta Marques Mendes.
Como diz Alexandre Relvas, os ataques a Cavaco são cobardes.
Eu acrescento que quando os ataques vêm de um homem que fugiu de Portugal quando outros ficaram para combater a ditadura, mais não se esperaria que atitudes menos corajosas!
Decerto que já viram estas peças por aí.
São Peças Staunton, da autoria de Nathaniel Cook e John Jaques (1849), modelo popularizado pelo igualmente britânico e conceituado jogador de xadrez Howard Staunton.
As peças Staunton foram adoptadas como o modelo oficial da FIDE (Federação Internacional de Xadrez) em 1924. São hoje o padrão para peças de xadrez, “permitindo que jogadores de diferentes origens possam se concentrar no jogo em si sem ter problemas com a identificação das peças”.
Empalamento é uma método de tortura e execução utilizada antigamente que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a morte do torturado.
Usava-se também a técnica de cravar a estaca no abdomen.
O método foi muito utilizado pelo conde romeno Vlad da Valáquia, que ganhou fama por empalar os seus inimigos e ficou conhecido pelo titulo o Empalador (Vlad III, o Empalador) ou, em romeno, Vlad Ţepeş.
Este conde parecia apreciar as empalações durante as refeições e terá inspirado Bram Stocker para seu notório livro Drácula.
(Estas "palavras que escorrem sanguem" vão beber a muitos textos wikipédicos, sendo aqui "aligeirados")
Em tempo de balanço, 2010 registou que as 10 localidades mais bebedoras deste chá foram as seguintes:
1. Lisboa
2. Santarém
3. Porto
4. Rio Maior
5. Funchal
6. São João
7. Coimbra
8. Setúbal
9. Almada
10. Felgueiras
Obama tem vindo a descer de popularidade, apesar de se manter no topo da lista das personalidades mais respeitadas pela população norte-americana.
Creio que o acto eleitoral presidencial consagrará Cavaco Silva à primeira volta.
Eu todo o caso, todo o cuidado é pouco porque a incerteza é um dos produtos mais queridos da democracia.
Depois de ter estado em dois mandatos seguidos na Assembleia Municipal de Rio Maior, hoje sirvo o meu concelho noutros moldes.
A Lei não o determina mas eu, moralmente, não me sentiria bem a acumular as funções de apoio ao Executivo com as de membro da Assembleia Municipal. Por isso pedi a minha suspensão, que extravassou naturalmente o tempo permitido pelo que equivale à renúncia e consequente perda de mandato.
São formas diferentes de trabalhar por Rio Maior mas não posso deixar de sentir alguma nostalgia dos tempos em que defendia, à minha escala e maneira, os interesses de Rio Maior no hemiclico em que me encontro neste momento.
O primeiro mês do ano é um berbicacho.
Vimos de um Dezembro pleno de festas, com 4 feriados, tolerâncias de ponto e pontes, e passa-se para um mês de 31 dias sempre a bombar.
Valha-nos que é um mês sem sol, senão era mesmo uma moleza :)
O Senhor dos Anéis é uma das triologias de culto que a televisão portuguesa insiste em passar nos momentos festivos, em que a rapaziada está de férias.
Eu, que sou daqueles fãs que vê as versões de coleccionador, com mais meia hora de cenas cortadas, já não me dá pica ver as versões de televisão.
Ainda assim, estou a "visuamentalizar" a SIC... nada de melhor tem a TV neste momento!
A roda foi um meio público de execução medieval onde a vítima era firmemente amarrada pelas mãos e pés para que um carrasco - utilizando um enorme martelo - metodicamente lhe esmagasse os ossos dos braços e pernas. Havia o especial cuidado de não desferir golpes mortais.
Se os golpes quebrassem os ossos e não rasgassem a pele, o carrasco ele seria aplaudido pela multidão, visto que o objetivo era que não existissem fraturas expostas nem sangue.
Quando os ossos da vítima estivessem todos quebrados, os seus membros seriam literalmente enrolados nas extremidades de uma roda de madeira.
A roda seria então erguida horizontalmente e colocada numa estaca onde a vítima, agonizante, esperaria uma morte lenta.
Hoje faz anos um bom amigo: Júlio Pisa!
Designer rigoroso, criativo de primeira água, altamente profissional!
É, há muitos anos, o designer e criativo residente do PSD, tarefa que desempenha com elevado rigor.
É um dos meus bons amigos e completa 44 anos.
Amanhã faço-lhe companhia nesta coisa do envelhecimento e completo eu 35.
Mocita dame el clavel,
Dame el clavel de tu boca,
Que pá eso no hay que tener
Mucha vergüenza ni poca.
Yo te daré el cascabel,
Te lo prometo mocita,
Si tu me das esa miel
Que llevas en la boquita.
Estribillo
Clavelitos, clavelitos,
Clavelitos de mi corazón.
Hoy te traigo clavelitos
Colorados igual que un fresón.
Si algún día clavelitos
No lograra poderte traer,
No te creas que ya no te quiero,
Es que no te los pude traer.
La tarde que a media luz
Vi tu boquita de guinda,
Yo no he visto en Sta. Cruz
Otra mocita más linda.
Y luego al ver el clavel
Que llevabas en el pelo,
Mirándolo creí ver
Un pedacito de cielo.
Estribillo
O gládio era a espada utilizada pelas legiões romanas. Era uma espada curta, de dois gumes, de mais ou menos 60 cm, mais larga na extremidade.
Era muito mais uma arma de perfuração do que de corte, ou seja, devia ser utilizada como um punhal, ou uma adaga, no combate corpo-a-corpo.
Diz-se que era capaz de perfurar a maior parte das armaduras.
Também chamado Gladius hispaniensis, por ter sido inspirado em armas utilizadas pelos celtiiberos na época.
A palavra "gladiador" vem precisamente do antigo gládio.
Não percebo de onde vem o "Moscou" que os brasileiros usam quando se referem a Moscovo...
- um queijo fresco pequeno
- salsa
- coentros
- oregãos
- açafrão
- sal qb
Escorre-se o queijo fresco
Numa tijela, desfaz-se o queijo com um garfo pequeno
Junta-se a salsa e o coentro picado
Adiciona-se o sal e os oregãos
Mistura-se tudo.
Nota: para uma consistência mais cremosa recomenda-se que se corte um tomate em dois e escorre-se o suco sobre o preparado.
Mistura-se finalmente e serve-se sobre tostas.
- Pão verdadeiramente saloio (amassado e cozido na Lourinhã, pela mãe da Elsa)
- Alho do mais fresco
- Uma torradeira
- Azeite do bom
Tosta-se o pão fatiado.
Esfrega-se o pão tostado com alho.
Toda a superfície deve ficar aromatizada.
Rega-se o pão com azeite.
Come-se até acabar, a meias com a Bia.
Empura-se com chá preto acanelado.

De braço dado com a Bia, num chuvoso domingo depois de uma pratada de ameijoas no Avis, subir pela zona antiga de Rio Maior e revisitar o meu velho percurso para a escola primária. Que programa!
Para ler mais um post no Puro Nunsense basta clicar!

Está mesmo a apetecer.
Para quando, dona Bia?
Desde que comecei a trabalhar mais sistematicamente com o Carlos Coelho que o sonho de ver nascer um livro sobre a História da JSD tomou conta de mim.
Era um daqueles projectos que eu queria ajudar a concretizar.
Estas "Histórias da JSD" não são, em bom rigor, um livro sobre a história da JSD mas permitem perceber como foi evoluindo, que bandeiras foi tendo esta grande instituição, quais as "estórias" mais marcantes, que dirigentes foram decisivos, etc.
Faltam aqui muitos dirigentes e militantes que marcaram um tempo, como são os casos dos companheiros Pedro Cebola, Maló de Abreu, Carla Rocha, Nuno Matias, (para citar quatro gerações diferentes), mas a orgânica por mim escolhida só "permitia" o convite a uma personalidade por cada ano de vida da JSD.
Lamento que alguns (poucos, felizmente) dos convidados não tenham participado, mas aqueles que o fizeram tornam esta obra num documento único e extremamente valioso.
Não quero ser injusto para com ninguém mas não posso deixar de agradecer estes apoios (por ordem cronológica):
- Margarida Balseiro Lopes, a quem primeiro contei a ideia deste livro;
- Duarte Marques, a segunda pessoa;
- Carlos Coelho, cuja ajuda foi fundamental em toda a obra;
- Pedro Rodrigues e António Leitão, pelo apoio institucional e liberdade de acção concedidos;
- A todos os co-autores, pelo interesse manifestado e envio dos textos: foi uma honra ter contactado com pessoas tão marcantes;
- A toda a Lidel (João, Manuela, Frederico e Rita Annes, bem como à Sandra Correia) pela entrega, profissionalismo e dedicação à obra;
- Ao João Montenegro e à Cristina Branco pelo apoio documental;
- A todos os amigos que têm ajudado a divulgar a obra, desde o Psicolaranja às secções me que tenho feito sessões sobre a história da JSD;
- E à minha Bia, com quem partilhei e tenho partilhado os últimos momentos de parto do Livro e os seus primeiros sopros de vida. A sua ajuda entusiasmada foram uma preciosidade. Bem como um "prelúdio" do que aí viria...
O livro está neste momento à venda, podendo ser adquirido, por exemplo, na Bertrand. A Fnac tem demorado a disponibilizar a obra mas creio que antes do Natal estará nas suas prateleiras.
Eis os três momentos em que se mente mais: antes de eleições, durante a guerra e depois da caça...
Aqui e no Puro :)
Não percebo: os dinamarqueses, habituados ao frio, andavam encasacados.
Eu, não tinha frio nenhum. Tava fresco, mas nada de mais...

Nesta bela e simpática cidade de Aarhus, comprei um frasco de endro, para temperar o salmão fumado, e comi bombocas, as verdadeiras!
As verdadeiras mesmo! Mesmo mesmo!
Que saudades...
A noite dinamarquesa é xiii-cional!
Ena mesmo!
Apesar do imenso trabalho (e, como é sabido, o trabalho vem aos pares), não era possível desperdiçar uma viagem única com a amiga Mafalda para ir visitar o amigo Bajanca.
Regresso dia 5, a uma secretária repleta de obrigações e a uma agenda de prioridades em que já tudo devia estar feito ontem.
É stressante? Sim, claro, so what?!
No próximo dia 8 de Outubro estarei em Braga, levando comigo o módulo sobre a história da JSD através dos seus líderes.
É uma formação que passei a dar na sequência de "O tempo dos líderes", brochura composta com a ajuda do Fred Carvalho para um aniversário da JSD.
Irei a Braga a convite da grande secção da JSD, liderada pelo magnífico João Marques.
Parto para a Dinamarca com um livro do Rui Herbon na mochila.
Quando a minha querida Inês Faria criou o facebook da Academia da Universidade Internacional, a minha grande casa (apesar de eu hoje ser um menino da FDL), eu passei de face-alheado para face-empenhado.
Ponho fotos, vídeos, falo de mim, comento coisas de amigos, etc.
E tanto o Chá Preto como o Puro Nonsense se ressentiram.
De facto, os mecanismos de facebookagem são imediatos que os dos blogs.
Em todo o caso, não me deixo vencer pela voragem do FB e continuo a bloggar!
Uma oferta com 13 anos.
Parto hoje para Alcoy, Espanha.
Faço-o em excelente companhia: Inês "Paganini" Faria, Ricardo "Caloiro" Andrade e Miguel "Jardineiro" Brito.
O momento não é para menos: a tuna irmã de Alcoy celebra os seus 50 anos!
Grande viagem ser vai...
http://www.youtube.com/watch?v=f-4ZwiW1c
http://www.youtube.com/watch?v=meT2eqgDj
http://www.youtube.com/watch?v=OvYZMqQff
http://www.youtube.com/watch?v=3Mo8WZFfp
Passam hoje 4 anos sobre o dia em que postei o primeiro do post do Blog Psicolaranja.
São 4 anos de emoções, de polémicas, de agitação, de trabalho, de Universidades de Verão, de entradas e saídas de Psicóticos, de debates e tertúlias, de jantares e almoços, moções e outras propostas, milhares de psico-mails trocados, quase 3 mil posts, mais de 37 mil comentários, imensa discussão interna e muitos etecéteras.
São 4 anos em que conhecemos pessoas fantásticas, assistimos ao crescimento pessoal e político de muitos dos Psicóticos, visitámos secções distantes, levámos excelentes oradores a diversos locais do País, discutimos o estado de Portugal e do Mundo.
Das eleições açorianas às norte-americanas, das Directas do PSD ao 25 de Novembro, dos lobbies às leis da concorrência.
Tudo se debateu e debate do Psico. Mantendo sempre o Blog afastado das agendas pessoais de cada um dos seus membros. Ou por outra: o Blog sempre foi autónomo dessas agendas e posições pessoais.
É grande o meu brio por estes quatro anos, estou ansioso pelos anos que aí virão, tenho o maior orgulho no AB que me sucedeu na liderança do Psico – o Diogo Agostinho, quero assistir em muitas mais discussões, responder a psico-mails, escrutinar o universo de alunos da Universidade de Verão em busca de futuros Psicóticos e deixar-me invadir pela Psicose que a todos nos caracteriza.
Vivó Psicolaranja!
As mulheres muitíssimo belas surpreendem menos no dia seguinte.
“Não estamos em guerra com o islão, não foi uma religião que nos atacou no dia 11 de Setembro. Foi a Al-Qaeda”, declarou Barack Obama, numa cerimónia de homenagem às vítimas dos atentados de 2001.

"Os erros mais graves não são os humanos, são os da máquina."
Esta citação falsa, inventada agora e imputada a um qualquer sindicalista, não é maluca de todo. De facto, nós, portugueses, cometemos muitos erros, mas o maior de todos é o erro da laxismo.
Laxismo é a preguicite que nos faz contemporizadores, conciliatórios, transigentes, relaxados, conformados.
Somos desenrascadores por opção e não apenas por necessidade. Ou seja: achamos mais divertido contornar as barreiras em vez de as eliminarmos. Isso faz com que a tal "máquina" esteja cheia de remendos, enquanto outros trabalham com máquinas novas sempre que a antiga dá mostras de cansaço.
A máquina do Estado precisa de reformas. O exemplo das autarquias é paradigmático. Se soubermos começar bem por aí, da base para o topo, será possível contagiar tudo o resto com o nefasto vírus da eficiência.
Mude-se a máquina autárquica, melhore-se a relação com o cidadão, gaste-se menos, adaptem-se procedimentos simples, e os erros do trabalhador serão o menor dos nossos problemas.
Porquê? Porque a máquina, funcionando bem, saberá corrigi-los.
Comentário meu a propósito deste post no Psico.
A Noite das Facas Longas foi uma chacina ocorrida na noite do dia 30 de Junho de 1934.
Uma divergência no seio do Partido Nazi (por extenso: Partido Nacional Socialista Alemão dos Trabalhadores) levou a que os seus mais altos dirigentes mandassem assassinar quase 100 elementos.
Hitler, receoso da crescente influência de Ernst Röhm, mandou executá-lo e a aos seus aliados. Röhm era um militar extremista, defensor do caos e chefe dos SA, uma força para-militar de apoio ao Partido Nazi. Eram habitualmente apelidados de “camisas pardas” pela cor da sua farda.
A Noite das Facas Longas consolidou o poder do, já na altura, Chanceler Hitler.
"Animal feroz das piadas!" (Adolfo Jácome Manso)
ehehehe
Esta está a ser uma das melhores Universidades de Verão de sempre. Parece um lugar-comum, porque a melhor UV é sempre aquela que estamos a viver no momento.
E até porque cada UV tem componentes mais aperfeiçoadas que a edição anterior, fruto da avaliação do Staff das sugestões dos alunos.
Porém, eu podia não estar tão empolgado como estou com esta UV, sendo a oitava em que participo.
Mas estou e isso deve-se à excepcional turma que este ano veio a Castelo de Vide.
Parabéns aos participantes!
Nome porque é conhecido um aglomerado de campos de concentração mandados construir na Polónia pelo governo de Adolf Hilter.
Auschwitz e Birkenau são os nomes germanizados de duas localidades perto de Cracóvia.
Estima-se que cerca de um milhão e meio de pessoas foram mortas nos 42 campos de concentração que constituiam o complexo.
É no principal dos campos que se encontra escrita a famosa inscrição "Arbeit macht frei" (O trabalho liberta).
Assim ficou conhecido o complexo penal dirigido pela polícia secreta chilena, criada por Augusto Pinochet - a DINA.
Em Villa Grimaldi, perto de Santiago, a DINA prendeu, interrogou, torturou cerca de 5000 homens e mulheres, fazendo desaparecer muitos deles.
Michelle Bachelet, anterior presidente chilena, foi uma das detidas da DINA em Villa Grimaldi.
- O senhor não tem receio de passar a imagem de um beberão inveterado?
- Oiça, o caminho para a virtude não passa por ir de joelhos até Fátima.
Considero o "Público" o melhor jornal português.
Ultrapassou o Expresso, o DN não se lhe compara, e tem o melhor site da imprensa portuguesa.
Mas tem um "cancro"!
A sua área de comentários fede!
É abjecta e quem a gere tem de estar atento.
Coisa que não está!
Eis um exemplo da fedentina que invade o espaço de comentários do Público.
É um portal de gastronomia e tem este bom glossário de Frutas e Legumes.
A mais "diferente" cover do "Just like a woman" de Bob Dylan.
Um "Pogrom" é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos).
Historicamente, o termo tem sido usado para denominar actos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.
O Pogrom de Lisboa aconteceu na páscoa de 1506.
A população, enlouquecida pelos tempos de seca, peste e fome, tomo os judeus como culpados, segundo alguns por incitação dos frades dominicanos, que prometiam absolvição de pecados para quem matasse mais "hereges".
Foram três dias de massacre, fogueiras e vergonha para Portugal.
D. Manuel I, ausente em Beja, tentou travar a "purga" mas não conseguiu impedir a morte de centenas de portugueses, professantes de outra religião que a maioritária.
O Rei penalizou os envolvidos, confiscando-lhes os bens, e os dominicanos instigadores foram condenados à morte.
1. Lisboa
2. Santarém
3. Porto
4. Amadora
5. Funchal
6. Rio Maior
7. Felgueiras
8. Leiria
9. Queluz
10. Sacavém
* contagem desde o início do ano
Vê se te manca e vai baixar noutro terreiro
Toda vez que tu me encontras é pra me pedir dinheiro
Já está manjado o teu jogo de caipira
Coloca outro mané na tua alça de mira
Sempre sou seu alvo certo
Quando o tempo é de guerra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Me chamou de conterrâneo
E eu nem sou da sua terra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Quando mais eu me escondo
O meu nome você berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Desse jeito eu não aguento
É só a mim que você ferra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Ve se ti manca
(bis geral)
Foi expulso lá do alto
E foi morar no pé da serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Vamos evitar conflito
Que bom cabrito não berra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Deixa o passado pra trás
Paz é paz e guerra é guerra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Tromba de elefante nao é conta-gota
Nem perna de barata é serra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Acerta outro mané
Vê se me erra
Acerta outro mané
Vê se me erra
... estarei em Alcoy!
Não quero que vás à monda
Não quero que vás à monda,
Nem à ribeira lavar,
Só quero que me acompanhes,
No dia em que m’eu casar!
No dia em que m’eu casar,
Hás-de ser minha madrinha,
Não quero que vás à monda,
Nem à ribeira sózinha!
O Khmer Vermelho foi o Partido Comunista cambodjano, que assumiu no Cambodja após o fim da Guerra do Vietname.
O seu principal líder, Pol Pot, tornou-se altamente estalinista, no objectivo de "criar" o homem novo.
As movimentações envolveram a reorganização do proletariado e o massacre de opositores e de cidadãos instruídos (professores, médicos, monges, etc).
Segundo a Wiki, pensa-se que o total de mortos no genocídio sejam de 2 milhões.
... por esta hora, já estarei em Castelo de Vide.
Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco. Muito conhecimento provoca a dúvida...
FÉRIAS
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R
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F É R I A S
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"A viagem do Elefante", o mais bem-humorado livro de José Saramago.
Administração Geral dos Campos de Trabalho Correcional e Colônias
Eis o significado de Gulag, os campos de trabalhos forçados para as "vítimas" do Estalinismo.
Opositores a José Estaline eram para ali encaminhados para anos de pura escravatura em situação estrema, siberiana.
- Pode ser construída uma mesquita no “ground zero”?
Pode, basta que haja terreno e se respeitem as regras de construção.
- Os americanos podem ficar zangados?
Podem, até porque muitos associam os muçulmanos ao ataque terrorista no local.
- Mas foram os muçulmanos que deitaram abaixo as torres do WTC?
Não, as torres foram deitadas abaixo “por” muçulmanos, não “pelos” muçulmanos.
- Mas como nasceu essa colagem dos muçulmanos ao terrorismo?
Bem, é um pouco injusta essa colagem porque o extremismo não escolhe nem religião, nem cor da pele ou nacionalidade. Porém, a guerra dirigida por alguns extremistas islâmicos ao modo de vida ocidental tem estado nas preocupações deste mundo globalizado.
- E Obama dever-se-ia ter metido nesta guerra?
Claro. Um presidente é sempre a reserva moral de um povo. Deve saber defendê-lo, compreendê-lo, mas não deve deixar ficar no bolso os puxões de orelha quando eles são necessários. Aqui, era importante lembrar ao povo que o Ocidente é aberto, humano e democrata.
- Mas… e a comunidade muçulmana deveria ter pedido para construir ali uma mesquita?
Não conhecendo as motivações, cumpre-nos sempre tentar encontrar as melhores justificações. Numa palavra, devemos “contemporizar”. Eis algumas justificações possíveis:
* era um terreno disponível, eventualmente único, e queriam usá-lo.
* era uma forma de também eles exorcizarem os seus males de alma, porque não foram só os “americanos de gema” que sofreram.
* era uma forma de se reconciliarem com aquele espaço e episódio.
* era uma forma de dizerem: “somos contra o terrorismo, o mal que fizeram também nos atingiu”
* ou de dizerem: “nós também somos americanos”, com tudo o que isso implica.
O que é que começou com um Richie, terminou com Jimmy e decorreu numa cidade rural do estado de Nova Iorque?
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O segundo dia foi há 41 anos...
Sporting perde, Porto ganha com penalty.
Começa bem.
Foi há 45 anos que os Beatles tocaram neste mítico lugar.
Também escrevo aqui
Família
Serviços
Info Partidária
Recomendo