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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

De homens e máquinas

 

"Os erros mais graves não são os humanos, são os da máquina."


Esta citação falsa, inventada agora e imputada a um qualquer sindicalista, não é maluca de todo. De facto, nós, portugueses, cometemos muitos erros, mas o maior de todos é o erro da laxismo.


Laxismo é a preguicite que nos faz contemporizadores, conciliatórios, transigentes, relaxados, conformados.
Somos desenrascadores por opção e não apenas por necessidade. Ou seja: achamos mais divertido contornar as barreiras em vez de as eliminarmos. Isso faz com que a tal "máquina" esteja cheia de remendos, enquanto outros trabalham com máquinas novas sempre que a antiga dá mostras de cansaço.

 

A máquina do Estado precisa de reformas. O exemplo das autarquias é paradigmático. Se soubermos começar bem por aí, da base para o topo, será possível contagiar tudo o resto com o nefasto vírus da eficiência.

 

Mude-se a máquina autárquica, melhore-se a relação com o cidadão, gaste-se menos, adaptem-se procedimentos simples, e os erros do trabalhador serão o menor dos nossos problemas.
Porquê? Porque a máquina, funcionando bem, saberá corrigi-los.

 

Comentário meu a propósito deste post no Psico.

 

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