Chá quente

Cúmulos...

Crónicas de Segunda 9

Crónicas de Segunda 8

Crónicas de Segunda 7

Antíteses portuguesas

Chá frio

Maio 2015

Junho 2014

Abril 2014

Outubro 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Agosto 2012

Novembro 2011

Junho 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Chás mais bebidos

quem já bebeu
quem já bebeu
quem já bebeu
quem já bebeu

O Bule

todas as tags

Sábado, 21 de Junho de 2014

Crónicas de Segunda 6

O Inseguro Tozé

 

Não está ainda terminada a contagem mas já podemos tirar as nossas conclusões das Eleições Europeias de ontem.

As minhas são quatro.

- Os portugueses não sentem a Europa.

Tivemos uma abstenção “record” e isso não se explica apenas com a crise e o descrédito da política.

Se estiver na posse de todos os dados, do antes e do depois da adesão à UE, só um idiota não perceberá que a União está intimamente ligada ao desenvolvimento de Portugal. Porém, para que os portugueses se sintam parte do projeto Europeu e percebam a relevância da UE na sua vida diária, é preciso apostar em divulgação. Já vimos que os eleitores não procuram informar-se: é preciso levar a montanha a Maomé.

- Entre vencedores e vencidos vai um passo de formiga

Seguro fez um dos mais patéticos discursos da democracia portuguesa. Parecia ter ganho o Euromilhões, mas por dentro devia estar já a antecipar as facas longas que se afiam no PS.

Com uma distância de cerca de 4% face à Aliança Portugal (PSD e CDS), e uma abstenção de dois terços, Seguro percebe que fica longe de cilindrar o Governo, e que o Governo ficou longe de ser cilindrado pelo eleitorado...

- O Bloco perdeu a alma

Quando apareceu, o BE era um partido irreverente, lutador por causas fraturantes. Dizia-se que ia agarrar toda a juventude e os descrentes. Claro que o Bloco não passava de um partido de chicos-espertos, peritos em aproveitar os assuntos quentes para ganhar protagonismo. E tinha uma boa máquina de comunicação.

Hoje, sem os temas da droga, do aborto, do casamento entre homossexuais, o BE perdeu agenda. Ao mesmo tempo, ganhou barriga. Sentou-se! Assenhorou-se. É uma instituição de deputados e não de causas. O Partidos dos Animais tem mais agenda que o BE. Os portugueses já os perceberam. Ainda bem!

- A vitória do populismo

O resultado do MPT e de Marinho e Pinto provam duas coisas: o descrédito da bipolaridade partidária (a bem dizer, os portugueses estão fartos), e que o eleitor se deixa levar por qualquer bem-falante. Marinho e Pinto tem um discurso tão primário que tolhe a inteligência de quem usa o cérebro, e um populismo que nos assusta.

A sua eleição é uma chapada para os partidos do chamado “arco democrático”. Ou se modernizam ou veremos a política portuguesa ser inundada de outros Marinhos, tão grosseiros quanto o original...

 

E foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

uma infusão de Paulo Colaço às 03:11
link directo | vai uma chávena?

Servido por

Paulo Colaço

pesquisar aqui

 

Instagram

Instagram

Outras infusões

subscrever feeds

Analytics

Chávenas recentes

If justice would ever Justa there would be so many...
Outra versão interessante encontrada no tubo. http...
Alguém que diz que, num casal homossexual, "um hom...
Deixemo-nos de ingenuidades...a rédea curta nos ga...
Caro António Saraiva, uma releitura do título dest...