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Sábado, 21 de Junho de 2014

Crónicas de Segunda 9

Há esperança!

 

No fim de semana que ontem terminou, estive no Norte do país. Passei por Marco de Canaveses, pela Maia e pelo Porto. Em cada um destes sítios, pude encontrar-me com jovens envolvidos na política.

Alguns com quase a minha idade, outros ainda nem metade dela tinham.

Uns com a sua vida já organizada, outros a estudar para terminarem o Secundário. Apesar de todos diferentes, um “pequeno” pormenor os une: todos, sem exceção, querem dar o seu contributo para melhorar a política, o país, a sua terra.

Parece estranho que, num sábado à noite, uma sede partidária se tenha enchido de jovens (muitos com menos de 20 anos) para discutirem temas como ideologia, história política ou os pontos positivos e negativos da atual governação. Sim, parece estranho mas foi isso que aconteceu na Maia, neste sábado que passou.

Nos dias que correm, isto aparenta ser a exceção junto da juventude, mas é a estes jovens que o país se deve agarrar se quiser ter um futuro.

É nestes jovens que acreditam num país melhor, estando dispostos a debater, a discutir e a apresentar ideias que devemos pôr os olhos.

Quando o cinismo, o desalento, a resignação, a desconfiança, a descrença tomam conta dos cidadãos, a luz ao fundo do túnel está naqueles que acreditam.

Eu, que fiz toda a minha formação política numa juventude partidária, sou suspeito ao afirmá-lo mas cá vai: não há maior sinal de esperança do que um jovem querer envolver-se na política.

É um ato de abnegação, de entrega, de sonho, de dinamismo.

O Papa Francisco, ele próprio um “homem-esperança”, diz que a política é um ato de amor à sociedade.

 

A política deve ser exercida com valores, vivacidade, ideias e força de vontade. Tenho, felizmente, encontrado muitos jovens neste rumo. Vale a pena percorrer o país, como venho fazendo há muitos anos.

 

E foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 03:39
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Crónicas de Segunda 8

Mera mudança de nome?

 

1. Percebo a composição mista do Tribunal Constitucional: é importante que este Tribunal possa ter não apenas juízes de carreira mas também conceituados juristas, pessoas estudiosas nestas matérias.

 

2. Percebo que os “não juízes” do TC sejam (depois de reduzidos a metade) escolhidos pela Assembleia da República. A pluralidade de opiniões sobre a Constituição consegue-se mais claramente através das várias visões políticas.

 

3. E até percebo os salários quase pornográficos dos juízes e as regalias de reforma. Apesar de não me agradar, percebo ser difícil pedir-lhes exclusividade, compromisso intensivo e desmoralizadora exposição pública por nove anos, sem que isso seja bem pago. Mais que bem pago, o peso da responsabilidade tem de ser quase tangível.

 

4. O que não percebo é que o Tribunal Constitucional tenha, na base do seu trabalho, um texto tão congelado no tempo. É natural que em 76, finda uma ditadura e com a força dos extremismos de esquerda, a Constituição fosse muito ideológica. O que já não é nem natural nem desejável é que o texto continue a ser quase um programa de Governo.

 

5. Defendo uma Constituição que estipule a forma de organização do Estado e os valores mais importantes para a organização social. O resto deixa-se para a lei, que reflete as realidades quotidianas.

 

6. É fundamental que exista um corpo de juízes para as matérias constitucionais, seja um tribunal próprio ou uma secção do Supremo. Mas, se esses juízes estiverem obrigados a respeitar valores revolucionários, ideológicos e desatualizados, a mudança de Conselho da Revolução para Tribunal Constitucional terá sido (quase) só de nome.

 

Foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 03:36
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Crónicas de Segunda 7

A crise no PS

 

Todos os partidos têm momentos de crise interna. Acontecem sobretudo devido a discussões de liderança, habituais quando se está em oposição.

Por exemplo, na era pós-Cavaco, o PSD teve 3 líderes e diversos congressos eleitorais, muito disputados, até ficar “assente” que seria Barroso a disputar as legislativas.

Nesta fase de convulsão socialista, os restantes partidos têm de respeitar e aguardar que o PS recupere a estabilidade interna e volte a pensar exclusivamente no País.

Em todo o caso, podemos teorizar sobre o que aconteceu. Para mim, houve um golpe palaciano de António Costa a que Seguro não soube dar imediata resposta.

E duas respostas eram admissíveis:

a) "não tenho medo do escrutínio interno! Se o meu partido acha que não tenho condições para ganhar as legislativas, respeito-o demasiado para o querer liderar à força";

b) ou "o PS tem calendários eleitorais definidos e mandatos que devem ser respeitados. Quem se queria candidatar para este mandato, deveria ter concorrido em tempo certo."

 

Seguro começou por dizer que estava disponível para ponderar a opção a), depois a sua comissão política acabou por decidir a opção b) e agora surge uma tosca opção c), sugerida pelo próprio Seguro. Aparentemente, haverá apenas uma escolha de candidato a Primeiro-Ministro mas não uma luta de liderança.

 

Costa troçou da possibilidade de uma direção bicéfala. Ciente da asneira, Seguro apressou-se a dizer que abandona, magnanimamente, o cargo de secretário-geral caso perca as diretas.

 

No meio de tudo isto, eu pergunto: se Costa ganhar a disputa a Seguro, convocará novas eleições caso o mesmo Seguro, ou Silva Pereira, ou Assis, ou Alegre, ou o próprio Soares o desafiarem no mês seguinte? Quantas eleições de legitimação interna são admissíveis? Se várias, então está tudo louco no PS. Se o resultado do atual combate for considerado definitivo, o “ponto final” na discussão, então por que raio não é definitiva a anterior eleição de Seguro, que até já ganhou duas eleições nacionais.

 

Sou, sempre fui, adepto da estabilidade dos mandatos. Os partidos não podem ir a reboque das disponibilidades dos candidatos. Se o PS não perceber isso, nenhum líder estará seguro...

 

E foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

uma infusão de Paulo Colaço às 03:34
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Crónicas de Segunda 6

O Inseguro Tozé

 

Não está ainda terminada a contagem mas já podemos tirar as nossas conclusões das Eleições Europeias de ontem.

As minhas são quatro.

- Os portugueses não sentem a Europa.

Tivemos uma abstenção “record” e isso não se explica apenas com a crise e o descrédito da política.

Se estiver na posse de todos os dados, do antes e do depois da adesão à UE, só um idiota não perceberá que a União está intimamente ligada ao desenvolvimento de Portugal. Porém, para que os portugueses se sintam parte do projeto Europeu e percebam a relevância da UE na sua vida diária, é preciso apostar em divulgação. Já vimos que os eleitores não procuram informar-se: é preciso levar a montanha a Maomé.

- Entre vencedores e vencidos vai um passo de formiga

Seguro fez um dos mais patéticos discursos da democracia portuguesa. Parecia ter ganho o Euromilhões, mas por dentro devia estar já a antecipar as facas longas que se afiam no PS.

Com uma distância de cerca de 4% face à Aliança Portugal (PSD e CDS), e uma abstenção de dois terços, Seguro percebe que fica longe de cilindrar o Governo, e que o Governo ficou longe de ser cilindrado pelo eleitorado...

- O Bloco perdeu a alma

Quando apareceu, o BE era um partido irreverente, lutador por causas fraturantes. Dizia-se que ia agarrar toda a juventude e os descrentes. Claro que o Bloco não passava de um partido de chicos-espertos, peritos em aproveitar os assuntos quentes para ganhar protagonismo. E tinha uma boa máquina de comunicação.

Hoje, sem os temas da droga, do aborto, do casamento entre homossexuais, o BE perdeu agenda. Ao mesmo tempo, ganhou barriga. Sentou-se! Assenhorou-se. É uma instituição de deputados e não de causas. O Partidos dos Animais tem mais agenda que o BE. Os portugueses já os perceberam. Ainda bem!

- A vitória do populismo

O resultado do MPT e de Marinho e Pinto provam duas coisas: o descrédito da bipolaridade partidária (a bem dizer, os portugueses estão fartos), e que o eleitor se deixa levar por qualquer bem-falante. Marinho e Pinto tem um discurso tão primário que tolhe a inteligência de quem usa o cérebro, e um populismo que nos assusta.

A sua eleição é uma chapada para os partidos do chamado “arco democrático”. Ou se modernizam ou veremos a política portuguesa ser inundada de outros Marinhos, tão grosseiros quanto o original...

 

E foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

uma infusão de Paulo Colaço às 03:11
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Crónicas de Segunda 5

Profissionais do Sucesso

 

Disse-me um dia um professor que “elogios longos soam a encomendas, críticas curtas soam a opiniões levianas”. Este texto será um elogio, logo, necessariamente curto.

 

A semana que passou foi marcada pelas Jornadas da Escola Profissional de Rio Maior. Esse facto suscita-me afirmar que está por fazer o tributo merecido ao Prof. Luciano Vitorino.

 

Num país em que, segundo parece, só os mortos são dignos de palavras bonitas, é importante perceber que também os vivos precisam de incentivos públicos.

 

Na qualidade de Diretor Pedagógico da EPRM, o Prof. Luciano Vitorino tem-se notabilizado pela permanente capacidade de concretizar sonhos. Não apenas os sonhos da escola em aumentar a sua qualidade pedagógica mas também os sonhos dos alunos.

 

Dos destaques televisivos aos projetos internacionais, passando pelo reconhecimento generalizado (que chega ao Governo, segundo julgo saber), a Escola tem estado de parabéns.

 

É bom para a instituição e para os alunos, mas é igualmente bom para o concelho e para a região.

 

Há, naturalmente, muito mérito por parte das entidades parceiras (Câmara Municipal, Associação de Produtores Agrícolas e Associação Empresarial), que proporcionam as condições para que a EPRM possa funcionar. Em todo o caso, sem o sonho e a capacidade concretizadora dos mesmos, nenhuma instituição trilha o caminho do sucesso.

 

Pela sua força de vontade, visão de futuro e permanente boa disposição, o Prof. Luciano é o pulmão da Escola Profissional de Rio Maior e eu não queria deixar passar a oportunidade de o assinalar.

 

Foi mais uma curta Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 03:09
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Crónicas de Segunda 4

“A culpa é dos políticos”

 

NOTA PRÉVIA: sou e sempre fui contra a impunidade. Toda a corrupção e negligência grosseira devem ser punidas. Este texto não serve para desculpabilizar mas sim para abanar!

 

Uma das mais conhecidas fugas à realidade vê-se na frase: “a culpa é dos políticos”. Esta afirmação está ao nível da igualmente famosa “a culpa foi do árbitro”.

 

É fácil dizer que os culpados são os políticos, mas devemos reconhecer o seguinte: os políticos não são estrangeiros nem são extraterrestres. São portugueses.

Os povos têm os políticos que conseguem gerar. Tal como as famílias têm o género de filhos que conseguem educar. No caso português, encontramos nas diversas classes sociais e profissionais erros e falhas que teimamos em ver apenas nos políticos.

Podemos identificar os 3 erros/falhas mais vistos: decidirmos o presente sem pensarmos no futuro; trocarmos frequentemente o rigor pelo facilitismo; agirmos muitas vezes motivados pelo nosso próprio umbigo.

Por outras palavras: não planeamos, somos pouco exigentes, nem sempre a lisura comanda os nosso atos. Felizmente, nem todos os portugueses são assim, ou seria um caos ainda maior...

 

Por isso, quando criticamos políticos, estamos (inconscientemente) a ver-nos ao espelho.

- O Estado está endividado? As famílias também...

- O vereador foi incompetente a fazer as contas de uma obra? Não é diferente do empresário que comprou um jeep para a sua empresa sem prever os consumo de combustível.

- O governante que favoreceu os amigos num negócio público não é muito diferente do "senhor da repartição" que faz andar mais rapidamente os processos de um amigo.

 

A única diferença é a dimensão do estrago, porque as atitudes são as mesmas. A senhora que imprime umas folhas para o filho na impressora do trabalho faz, naturalmente, menos estrago que um gestor público incompetente. Mas muitos pequenos estragos juntos arruínam um país...

Enquanto acharmos que o mal é só dos outros, seremos sempre como aquele condutor que está em contramão e critica os restantes por virem em sentido contrário.

 

Foi mais uma curta Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 03:07
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Crónicas de Segunda 3

O meu dever

 

É com sentido de missão que integro a Direção Nacional de Campanha da Aliança Portugal às eleições europeias.

Sempre me empenhei nas eleições europeias. Porque sou cidadão português, e isso faz de mim também cidadão europeu.

No contexto da União Europeia, ser cidadão quer dizer muitas coisas. Primeiro, que pertenço a uma comunidade de mais de 500 milhões de pessoas. Uma comunidade com profundas marcas identitárias, como sejam os valores judaico-cristãos que nos unem. “Não matarás” e “Honra o teu pai e a tua mãe” são dois exemplos.

Depois, ter cidadania da União Europeia implica um conjunto de direitos complementares à cidadania portuguesa.

 

Muitos desconhecem que a União Europeia nasceu como projeto de Paz. O objetivo era criar um pacto tão forte que deixasse de ser possível haver uma nova guerra na Europa.

E a UE mantem-se como projeto de Paz. Um dos motivos para ter recebido o Nobel da Paz em 2012 é ser o maior doador de ajuda humanitária do mundo, com 50% do total.

E há também muitos que desconhecem (por culpa dos atores políticos, que gostam de ficar com os louros) que a União Europeia apoia creches, lares, hospitais, bolsas de estudo, formação profissional, saneamento... Isso é mais que apenas estradas!

Aquilo a que chamamos “Fundos de Coesão” é a forma de a União nos dizer: podemos ser diferentes em muita coisa mas todos devemos ter as mesmas oportunidades!

 

No dia 25, votarei para o Parlamento Europeu, instituição que todos os dias aprova leis europeias que beneficiam os cidadãos.

O fim do roaming; a proteção nas compras online (entre outros direitos do consumidor); os apoios a empresas e empresários; o reconhecimento das qualificações profissionais; os direitos dos passageiros dos transportes aéreos; cuidados de saúde mais acessíveis e baratos no espaço europeu, entre outros.

Quem não conhece o trabalho diário do Parlamento Europeu não compreende os sucessos da sua missão. Não o compreendendo, o afastamento acaba por ser natural.

A culpa será do Parlamento Europeu que não consegue ser eficaz na comunicação da sua atividade, mas também compete aos cidadãos procurarem a informação.

No dia 25 de maio, não falto à votação.

Ajudar na construção europeia é o meu dever de europeu. Mais que isso, é outro dos meus deveres de português!

 

Foi mais uma Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 03:03
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Crónicas de Segunda 2

Amor, Ódio e Génio

 

 

O Acordo Ortográfico seria o primeiro tema destas crónicas. Por um triste acaso, o tópico mudou. A ironia é que este texto será sobre Vasco Graça Moura (VGM), de quem eu discordava precisamente acerca do Acordo. 

Foram poucas e de curta duração as vezes em que privei com este homem ímpar que ontem faleceu. Quando acontecia, sentia-me sempre embasbacado pelo brilho que este homem irradiava.

O seu fino trato, o humor, a subtileza eram o embrulho de uma arte maior que possuía: a partilha do conhecimento. Na sua presença, sem percebermos, entrávamos fatalmente no mundo dos livros, da Arte, da História, e aprendíamos sempre alguma coisa nova.

 

Nas últimas horas, não faltaram vozes públicas a comentar facetas pessoais, profissionais ou artísticas de Vasco Graça Moura. Só ouvimos elogios, claro: na morte somos consensuais... E VGM era consensual apenas quanto à sua obra literária!

 

Graça Moura defendia, sucintamente, que o Estado tinha duas grandes funções: a) formar os cidadãos e garantir-lhes o acesso à cultura; e b) proteger, disponibilizar e divulgar a herança cultural portuguesa. Evidentemente, à Direita seguiam-no, à Esquerda não o podiam ouvir.

O mesmo acontecia com outros homens da cultura ligados ao pensamento político. Saramago é um bom exemplo da “corrente” oposta. Com a diferença de Saramago não ser tão consensual na apreciação artística. Sobretudo porque muitos não conseguem ultrapassar a formatação da sua brilhante escrita.

 

Voltando a Graça Moura, mais que fazer a sua apologia enquanto escritor, neste texto quero elogiar o político.

Durante cerca de dez anos (1979-88), foi administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, onde deu um forte impulso à área editorial. Contribuiu para a cultura portuguesa editando muitos dos clássicos, reavivando autores esquecidos, publicando obras que já não se encontravam no mercado há décadas ou séculos. Deu voz a todas as vertentes da cultura literária, nomeadamente os chamados “escritores comunistas”.

 

É esta dimensão democrática que devemos ter da cultura que eu queria hoje salientar. Morreu um príncipe. Honremos o seu exemplo!

 

Eis a primeira Crónica de Segunda, para leitores de primeira.

uma infusão de Paulo Colaço às 02:56
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Crónicas de Segunda 1

Curto, Claro e Autêntico

 

Rio Maior ganhou um jornal online. O “Comércio & Notícias”, muito atual e dinâmico, é a nova aposta de um bom amigo que tem o jornalismo nas veias: Paulo Araújo.

A diversidade está muito ligada ao progresso. Isto é válido em áreas como a concorrência comercial ou a atividade política, mas também muito verdadeiro na informação. Saúdo, por isso, todos os projetos de comunicação social que existem e venham a existir na nossa terra.

Em conversa com o Paulo, surgiu a ideia de semanalmente me dedicar a uma coluna de opinião. O “Comércio & Notícias” parece-me um veículo adequado para essas crónicas.

Como o nome desta rubrica anuncia, os textos serão sempre publicadas à segunda-feira. Destinam-se a leitores qualificados: atentos à atualidade e adeptos da pluralidade de opiniões.

 

É justo que neste primeiro texto fiquem esclarecidos dois aspectos: o objetivo e o estilo. O objetivo é deixar bem vincada a minha opinião acerca dos temas que irei lançando.

Sobre o estilo, é simples de resumir: curto, claro e autêntico. Curto para que seja lido; claro para que nenhuma ideia se perca; autêntico porque espelhará quem sou.

Quer isto dizer que o leitor deverá contar com os valores da liberdade, autonomia, tolerância e da honestidade intelectual, sempre temperados com sal e pimenta.

A fechar, quero agradecer ao Paulo Araújo a oportunidade de escrever estas Crónicas de Segunda, para leitores de primeira.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 02:52
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