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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

O senhor administrador

(...) Este é um dos meus eternos dilemas: o papel do Estado na Cultura.

E neste post conjugo este busílis com outro: terá o Estado vocação de gestão?
Museus SA. Hospitais SA, Escolas com gestores profissionais (ideia em desenvolvimento há anos), qualquer dia aparecem as prisões privadas e os faróis costeiros de iniciativa particular.

Esta tendência resulta de preguiça do Estado em administrar o que é seu ou reconhecimento de incapacidade?

 

(ler o artigo integral)

 

uma infusão de Paulo Colaço às 05:47
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Dobrada à moda da Covilhã

Ingredientes:
Para 5 a 6 pessoas: 1 kg de folho de dobrada, 2 limões, 1 mão de vitela, 1 pé de porco, 400 gr de arroz, 2 farinheiras, 1 salpicão, 1 dl de azeite, 70 gr de manteiga, 3 cenouras médias, 1 ramo de salsa, 75 gr de presunto, 1 cebola média, 1 l de caldo da cozedura do pé de porco e da mão de vitela, sal, pimenta e malagueta q.b.
 
Preparação:
Coze-se a dobrada, depois de bem lavada, raspada e esfregada com limão, em água temperada com sal. À parte coze-se a mão de vitela e o pé de porco. Noutra caçarola leva-se ao lume o azeite e a manteiga, a cebola picada, as cenouras raladas e o ramo de salsa. Quando a cebola estiver cozida, mas loura, introduz-se o arroz, o presunto demolhado 2 horas e cortado às tiras, a dobrada cortada em quadrados de 4-5 cm, a mão e o pé completamente desossados e também cortados em bocados de 5 cm.
Mexe-se sempre o arroz até embeber a gordura e acrescenta-se o caldo. Verifica-se o sal e tempera-se com pimenta e um pouco de malagueta. Tapa-se a caçarola e quando ferver introduzem-se em cima as farinheiras e o salpicão. Leva-se a caçarola ao forno 30 a 40 minutos.
 
Artes finais:
Serve-se bem quente, retirando primeiro as farinheiras e o salpicão e cortando-os às rodelas.
uma infusão de Paulo Colaço às 18:08
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Pires de Lima deixou sucessor: gente ocupada...

“Das duas vezes que fui ao Ministério, tive uma certa ansiedade e expectativa, de que ia encontrar finalmente o senhor ministro, mas encontrava os assessores", disse Carlos Fragateiro na sequência da sua exoneração de Director Artístico do D. Maria.

 

O Ministro da Cultura não receber o Director do TNDMII é como o PM não receber o Ministro da Cultura.

 

Estou interessado em saber quem será o sucessor de Fragateiro. Fala-se em Diogo Infante. Como se fosse possível: o rapaz saiu agora da direcção de um teatro não quereria agora meter-se noutro...

uma infusão de Paulo Colaço às 20:04
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Há mais Marias na terra

Diogo Infante zangou-se com Maria Matos e prepara-se para ir para os braços de Maria Segunda, com o auxílio da alcovitice do Ministério da Cultura.

Não sei porquê, só me consigo lembrar de dois nomes: Rui Gomes da Silva e Fernanda Câncio.

O Bule: ,
uma infusão de Paulo Colaço às 10:09
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Nestas alturas lembro-me de Adriano Moreira...

Isabel Pires de Lima, anterior titular da pasta da Cultura, afirmou ao DN que só reconduziu Bénard da Costa na Cinemateca para agradar a Sócrates. Por sua vontade não o manteria no lugar.

Só propus a sua recondução ao senhor primeiro-ministro na sequência de uma atitude normal na vida de um Governo, que é o dever de respeitar a opinião do senhor primeiro-ministro."

 

Certa vez, Salazar chamou o seu Ministro Adriano Moreira e pediu-lhe que mudasse de política ultramarina. Adriano disse-lhe que era melhor mudar de Ministro. E saiu.

 

O que faz um Ministro que se limita a cumprir os desejos do PM? Já sei, aguarda pela remodelação...

uma infusão de Paulo Colaço às 09:29
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Eu fui!

 

Ontem estive no Belém 24.

Fiz parte dos milhares que passaram pelo Museu Berardo.

Acho Joe Berardo um produto mediático muito rasca.

O "seu" Museu está mal organizado e algumas áreas contêm erros de palmatória (em iluminação, por exemplo). Foi feito com os pés e inaugurado à pressa.

 

Porém, proporciona (e ontem isso viu-se) um espaço muito agradável para passeio ocioso. O que tem de bom supera largamente o muito que tem de mau.

Gostei! Viva o Belém 24!

uma infusão de Paulo Colaço às 17:03
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