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Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

A (única) ditadura que aceito

Há uns anos, chegando a Ministro das Finanças, um certo governante anunciou de imediato as seguintes medidas, aqui transcritas textualmente:

 

a) que cada Ministério se compromete a limitar e a organizar os seus serviços dentro da verba global que lhes seja atribuída pelo Ministério das Finanças;

b) que as medidas tomadas pelos vários Ministérios, com repercussão directa nas receitas ou despesas do Estado, serão previamente discutidas e ajustadas com o Ministério das Finanças;

c) que o Ministério das Finanças pode opor o seu «veto» a todos os aumentos de despesa corrente ou ordinária, e às despesas de fomento para que se não realizem as operações de crédito indispensáveis;

d) que o Ministério das Finanças se compromete a colaborar com os diferentes Ministérios nas medidas relativas a reduções de despesas ou arrecadação de receitas, para que se possam organizar, tanto quanto possível, segundo critérios uniformes.

 

Há dias, algo semelhante foi anunciado pelo ministério de Vítor Gaspar. Resultado: toda a gente estremeceu, comentou, repudiou.

 

Estas limitações ao funcionamento dos ministérios e serviços público, a que vulgarmente se chama de “ditadura do Ministro das Finanças”, já vêm de longe. Não são novidade. Gaspar não é o primeiro nem será o último a ter de lembrar duas coisas aos portugueses:

- só se pode gastar o que há

- nem tudo o que há se pode gastar

 

E a minha dúvida é a seguinte: quantos mais anos levaremos a perceber que Portugal tem de viver em permanente ditadura do Ministro das Finanças?

 

Já agora, o discurso acima foi feito por António de Oliveira Salazar.

uma infusão de Paulo Colaço às 12:04
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

No JdN: os conselhos da Punch a Sócrates

A Punchline saiu hoje no Jornal de Negócios, página 31.

O diário quis saber qual a opinião das empresas sobre o Orçamento de Estado que se avizinha e que sugestões têm para dar.

 

Eu e o Ricardo fomos rápidos: receber primeiro os pagamentos dos clientes e, só depois, pagar o IVA ao Estado.

O contrário parece voltar à Idade Média, aos tempos dos insensíveis senhores feudais.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 12:32
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Pulhices

 

António Lopes, empresário têxtil, suspendeu o trabalho da sua fábrica e entregou a respectiva chave às Finanças.
 
A sua situação é aberrante. Leva qualquer um ao desespero.
A firma tem sido alvo de penhoras por dívidas ao fisco e, simultaneamente, tem o acesso à banca vedado devido ao atraso de decisões judiciais.
 
A Fiper depende do trânsito em julgado para boa cobrança de 388 mil euros de IVA, ao passo que as dívidas ao fisco são de 36 mil euros. É fácil fazer as contas”, desabafou António Lopes. E prossegue: “Não podemos com o nosso silêncio ser cúmplices do que consideramos ser a destruição das pequenas e médias empresas”.
 
Mais verdades da boca do empresário:
- Num país onde 20 por cento dos empregados têm ordenados penhorados, mais de 200 mil empresas têm dívidas ao fisco e 50 mil empresários estão ou vão estar com processos crime, há que perguntar: temos um Governo ou uma comissão liquidatária?
- Do que as empresas precisam é que o Estado pague o IVA que lhes deve, com a mesma diligência com que exige!
- As chaves lá estão, a empresa está encerrada e os 48 trabalhadores estão de férias. É nossa intenção continuar assim que seja revogada a penhora.
 
Ler a notícia completa
 
Fico doente!
Se queremos ser competitivos não podemos deixar que estas situações tenham lugar.
O Simplex de Sócrates tem sido um balão de festa: muito colorido, vácuo de utilidade e imensamente cheio de ar!
As verdadeiras mudanças passam por uma administração pública ágil, inteligente, apetrechada, linkada entre si, amiga do cidadão.
 
Neste momento, um dos maiores causadores de fome em Portugal é o Estado!

 

 

in Psicolaranja

 

 

uma infusão de Paulo Colaço às 20:03
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