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Sexta-feira, 8 de Março de 2013

Soares, Chávez, as eleições e a saudade

Soares diz que Chávez era um homem bom.

Repugna-me mas não posso negar a ninguém o direito de gostar dos seus amigos. Hitler, Mao e Estaline também devem ter tido os seus amigos chegados...

Porém, de Chávez, Soares diz outras duas coisas que me parecem – essas sim – estranhas vindas de um antigo exilado político.

O nosso ex-PM salienta que a Venezuela de Chávez “sempre funcionou por via de eleições” e que o homem deixará “uma grande saudade”.

Analisemos individualmente cada barbaridade.

“O” Portugal de Salazar também funcionava com sufrágios, mas isso não impediu Soares de chamar ditador ao regime!

E a Coreia do Norte também vai a votos...

Sobre o facto de as eleições não servirem para provar a democraticidade dos regimes creio que estamos conversados.

 

Passemos à saudade.

Soares diz que Chávez deixará saudades.

Eu consigo identificar dois tipos de pessoas que as sentirão:

a) aqueles que viviam à sombra do seu poder

b) aqueles que lucraram financeiramente com Chávez

 

Sei que Soares não está na primeira categoria e vou tentar não acreditar que se encontrasse na segunda.

 

Mas ainda quanto à saudade, será que Soares partilha da saudade que tantos portugueses sentem por Salazar?

uma infusão de Paulo Colaço às 15:46
link directo | vai uma chávena?

Se a BBC fizesse mais jornalismo e menos interpretação jurídica...

"Os apoiantes do ex-Presidente venezuelano, que morreu aos 58 anos devido a um cancro, têm pedido que o corpo de Chávez seja enterrado no Panteão nacional, juntamente com o de Simon Bolívar, herói da independência, mas, como nota a BBC, a constituição da Venezuela só permite que uma pessoa seja transferida para lá 25 anos após a sua morte.", lê-se no Público.

Se a BBC (e o Público, por arrasto) estivessem mais atentos ao que se tem passado na Venezuela nos últimos 14 anos, teriam percebido que proibições constitucionais são pormenores irrelevantes para o regime.

uma infusão de Paulo Colaço às 13:58
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