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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

O cameraman do National Geographic

 

Para mim, o verdadeiro jornalista é o cameraman do National Geographic.
 
Ele vê a gazela a beber água à beira do charco, filma a leoa acoitada atrás dos arbustos, agarra o momento em que a presa pressente o perigo, mostra-nos a perseguição que culmina com um pescoço inanimado à força de poderosas mandíbulas.
 
O jornalista não avisou a gazela do perigo, não deu conselhos à leoa sobre a táctica, não torceu pela gazela nem acusou a leoa de selvajaria.
 
Nada!
 
Filmou, relatou como aconteceu e partiu para outra cena, em que voltará a ser apenas narrador de factos, com a sua máquina. É por isso que chamamos “objectiva” ao conjunto de lentes: por serem fiéis, imparciais.
 
Claro que há jornalismo diferente por definição. Por exemplo, o jornalismo de intervenção, que não deixa de ser sério. Não é, porém, jornalismo puro. O jornalismo de intervenção é mais activo, acusador parcial, embora a sua parcialidade rume a um conceito de “mundo melhor”. O jornalista tem é de ser sério, como Mário Crespo, ou esse jornalismo não passará de “política encapotada”.
uma infusão de Paulo Colaço às 12:57
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