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Sábado, 8 de Maio de 2010

Uma gente muito útil...

Há dias, um dos Vices-Presidentes da Bancada do PS na AR meteu uns gravadores no bolso. Nada de mais se os gravadores não pertencessem a jornalistas... que o estavam a entrevistar no momento.

É grave, pois é, mas isso todos sabem. Até um leigo o consegue perceber e até um socialista percebe que Ricardo Rodrigues tem poucas safas, a não ser que alegue insanidade momentânea, a mesma que os portugueses podem alegar quando lhes perguntaram: "Votou em José Sócrates? Porquê?".

Ou seja, tão clara e evidente é a gravidade desta situação, que bastavam as imagens.

Mas não bastaram: o Conselho Deontológico do Sindicado dos Jornalistas veio a público acusar RR de ter cometido "um acto de censura".

Qual é a utilidade de um sindicato que, numa situação tão falada e clara vem dizer uma banalidade e no caso "Comissão Parlamentar tenta forçar o Jornalista Carlos Enes a quebrar a ética bufando fontes" fica calado?

 

uma infusão de Paulo Colaço às 09:08
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

O PS perdeu hoje as eleições

As poucas dúvidas dissiparam-se: Sócrates lixou-se

 

uma infusão de Paulo Colaço às 13:17
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Domingo, 31 de Maio de 2009

Jornalismo?

Que peça noticiosa sobre um comício político passa quase mais tempo a falar da quantidade de pessoas no pavilhão do que sobre as intervenções?

A da SIC.

Isto leva-me a uma reflexão: será que certos jornalistas pretendem desvalorizar os grandes partidos, dar um tom ridículo às suas campanhas, para catapultar as franjas e os radicais?

Ou aquilo que eu vi foi uma típica peça duma tal RA, jornalista da SIC?

uma infusão de Paulo Colaço às 03:25
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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Deve e Haver

"Agredir e injuriar são crimes. Agravados, no caso [da agressão a Vital Moreira], pela motivação de ódio político. Vão ficar impunes?" (Fernanda Câncio, DN)

 

Fico contente de ver esta Jornalista erguer a sua voz contra a impunidade.

Pena que não a ouça exigir "punidade" no caso Freeport, por exemplo.

 

Em minha opinião, com textos deste calibre, Câncio quer apenas fazer equivaler as acusações de amiguismo socialista ao seu amiguismo socialista propriamente dito.

Uma questão de ter "fama" na mão esquerda e "proveito" na mão direita.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 13:51
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Gripe quê?

A peça da SIC dizia que a Organização Mundial de Saúde pedia que deixasse de se falar em "gripe suína", que passaria a ser chamada de "nova gripe".

Porquê?

Porque esta gripe não se transmite pela carne de porco.

A jornalista, ao mesmo tempo que nos dizia isso, mantinha a nomenclatura e falou mais duas e vezes em "gripe suína".

 

uma infusão de Paulo Colaço às 18:04
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

Acerca de Fernanda Câncio

Eu não sei se Fernanda Câncio namora ou não com José Sócrates.

O que sei é que a vontade de alguns em passar a mensagem que o PM namora com FC é tal que até aleija!

 

 

uma infusão de Paulo Colaço às 14:11
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

O Pinhal do... sogro

Pinhal do Rei é um espaço de net-informação da região centro do País.

É dinamizado pelo jornalista e editor Fernando Lopes, dono de um olhar aguçado e crítico.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 15:07
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

O exaltado

Morreu Alfredo Farinha, um dos mais respeitados jornalistas desportivos.

Um homem que vivia intensamente a paixão pelo futebol.

São míticas as suas discussões com o portista de serviço no programa (Jogo Falado?) que a SIC transmitia.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 19:35
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Sábado, 21 de Março de 2009

Muita coisa junta

 

- Uma jornalista dá voz a um anúncio que troça da liberdade de manifestação
- O anúncio publicita uma empresa tutelada pelo Governo
- A imagem da referida empresa gira em torno do seu jornalismo
- O anúncio passa num canal tutelado também pelo Governo
- O anúncio não passa nos canais privados
- O anúncio passa num momento em que o Chefe de Governo mais tem criticado as manifestações
- A voz do anúncio pertence à jornalista que escreveu uma biografia do Chefe de Governo
 
Com a abordagem do anúncio, a Antena 1 permitiu que o seu jornalismo tenha ganho um estigma de dúvida. Ganhou o ferrete de fazer o “jeito” ao Governo.
 
É demasiado para não começarmos a somar 1+1…
uma infusão de Paulo Colaço às 23:56
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

O cameraman do National Geographic

 

Para mim, o verdadeiro jornalista é o cameraman do National Geographic.
 
Ele vê a gazela a beber água à beira do charco, filma a leoa acoitada atrás dos arbustos, agarra o momento em que a presa pressente o perigo, mostra-nos a perseguição que culmina com um pescoço inanimado à força de poderosas mandíbulas.
 
O jornalista não avisou a gazela do perigo, não deu conselhos à leoa sobre a táctica, não torceu pela gazela nem acusou a leoa de selvajaria.
 
Nada!
 
Filmou, relatou como aconteceu e partiu para outra cena, em que voltará a ser apenas narrador de factos, com a sua máquina. É por isso que chamamos “objectiva” ao conjunto de lentes: por serem fiéis, imparciais.
 
Claro que há jornalismo diferente por definição. Por exemplo, o jornalismo de intervenção, que não deixa de ser sério. Não é, porém, jornalismo puro. O jornalismo de intervenção é mais activo, acusador parcial, embora a sua parcialidade rume a um conceito de “mundo melhor”. O jornalista tem é de ser sério, como Mário Crespo, ou esse jornalismo não passará de “política encapotada”.
uma infusão de Paulo Colaço às 12:57
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Mais cuidado

Não são só os rostos da notícia que devem ponderar bem as suas frases.

Políticos e desportistas são muitas vezes gozados com o que dizem.

Menos vezes acontece com os jornalistas. Sobretudo os da imprensa escrita.

 

O meu jornal on-line favorito é o Público, que traz hoje o seguinte título: "mulheres sauditas só devem mostar um olho".

Isto é título?

 

uma infusão de Paulo Colaço às 23:40
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

A anedota

Há dias, João Miguel Tavares, jornalista do DN, querendo zombar de MFL, escreveu:

«Um partido de oposição, sobretudo numa altura em que alegadamente aposta na "seriedade" e na recusa a todo o custo da "demagogia", não pode vir a público exigir a demissão de um ministro porque uma carrinha da Prosegur foi assaltada à bomba e um dono de uma joalharia morto a tiro.»

 

João Miguel Tavares pertence àquele grupo de gente a quem a realidade passa ao lado.

Lembra-me uma anedota de Raul Solnado:

- O meu avô era surdo como um pneu! Um dia houve uma revolução e caiu uma bomba lá em casa. Ele saiu do quarto e gritou "não batam com as portas"...

 

uma infusão de Paulo Colaço às 02:50
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