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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

De homens e máquinas

 

"Os erros mais graves não são os humanos, são os da máquina."


Esta citação falsa, inventada agora e imputada a um qualquer sindicalista, não é maluca de todo. De facto, nós, portugueses, cometemos muitos erros, mas o maior de todos é o erro da laxismo.


Laxismo é a preguicite que nos faz contemporizadores, conciliatórios, transigentes, relaxados, conformados.
Somos desenrascadores por opção e não apenas por necessidade. Ou seja: achamos mais divertido contornar as barreiras em vez de as eliminarmos. Isso faz com que a tal "máquina" esteja cheia de remendos, enquanto outros trabalham com máquinas novas sempre que a antiga dá mostras de cansaço.

 

A máquina do Estado precisa de reformas. O exemplo das autarquias é paradigmático. Se soubermos começar bem por aí, da base para o topo, será possível contagiar tudo o resto com o nefasto vírus da eficiência.

 

Mude-se a máquina autárquica, melhore-se a relação com o cidadão, gaste-se menos, adaptem-se procedimentos simples, e os erros do trabalhador serão o menor dos nossos problemas.
Porquê? Porque a máquina, funcionando bem, saberá corrigi-los.

 

Comentário meu a propósito deste post no Psico.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 12:40
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Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010

Palavras que escorrem sangue IV - Pogrom de Lisboa

Um "Pogrom" é um ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente (casas, negócios, centros religiosos).

Historicamente, o termo tem sido usado para denominar actos em massa de violência, espontânea ou premeditada, contra judeus e outras minorias étnicas da Europa.

O Pogrom de Lisboa aconteceu na páscoa de 1506.

A população, enlouquecida pelos tempos de seca, peste e fome, tomo os judeus como culpados, segundo alguns por incitação dos frades dominicanos, que prometiam absolvição de pecados para quem matasse mais "hereges".

Foram três dias de massacre, fogueiras e vergonha para Portugal.

D. Manuel I, ausente em Beja, tentou travar a "purga" mas não conseguiu impedir a morte de centenas de portugueses, professantes de outra religião que a maioritária.

O Rei penalizou os envolvidos, confiscando-lhes os bens, e os dominicanos instigadores foram condenados à morte.

 

Ver mais

 

uma infusão de Paulo Colaço às 18:07
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Sábado, 12 de Junho de 2010

Como dizem os antigos

Alfama dava os fadistas, a Mouraria dava os guitarristas.

Hoje há festa em Lisboa!

 

O Bule: ,
uma infusão de Paulo Colaço às 12:01
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Azul e Mar

A propósito deste post do Nuno do Carmo, aqui vai um dos melhores sons do mundo.

Só em letra, para ter mais significado:

 

No castelo, ponho um cotovelo
Em Alfama, descanso o olhar
E assim desfaz-se o novelo
De azul e mar
À ribeira encosto a cabeça
A almofada, na cama do Tejo
Com lençóis bordados à pressa
Na cambraia de um beijo
 
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
 
No terreiro eu passo por ti
Mas da graça eu vejo-te nua
Quando um pombo te olha, sorri
És mulher da rua
E no bairro mais alto do sonho
Ponho o fado que soube inventar
Aguardente de vida e medronho
Que me faz cantar
 
Lisboa menina e moça, menina
Da luz que meus olhos vêem tão pura
Teus seios são as colinas, varina
Pregão que me traz à porta, ternura
Cidade a ponto luz bordada
Toalha à beira mar estendida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida
 
Lisboa no meu amor, deitada
Cidade por minhas mãos despida
Lisboa menina e moça, amada
Cidade mulher da minha vida

 

 

uma infusão de Paulo Colaço às 13:08
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Foto esquecida

No Dia Mundial do Livro, Lisboa foi saudavelmente invadida por pequenas Feiras do Livro.

O "bom" tempo ajudou.

Tirei esta foto a uma dessas vendas.

Estava situada no jardim em frente da Punchline.

A foto acabou por ficar esquecida.

Posto agora.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 00:40
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Que Política para Lisboa?

“Política de Juventude para Lisboa”

Paulo Pereira (líder da JSD/Lisboa)

Vs

Pedro Pinto (líder da JS/Lisboa)

 

Org: Secção F/JSD

Moderador: Pedro Folgado (Pres. JSD/F)

 

15/Maio

Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas*, 

Auditório do Piso 0

18h00

 entrada é livre.

 

*Pólo Universitário da Ajuda, Rua Almerindo Lessa, Lisboa.

 

 

uma infusão de Paulo Colaço às 11:40
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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Pedro Santana Lopes: já se trabalha em Lisboa

http://www.pedrosantanalopes.net

uma infusão de Paulo Colaço às 14:28
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Alô Alô Dona Rosa, a sua filha chegou do Brasil!

A nossa Joaninha acaba de chegar a Lisboa!

Vai ser mesmo muito bom estar com ela, na Oriental, esta noite.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 18:30
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

O Empate

Ontem as eleições para a Comissão Política Distrital da JSD/Lisboa derem empate.

Para um dos concorrentes creio que o empate soube a derrota.

uma infusão de Paulo Colaço às 18:36
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Sábado, 13 de Setembro de 2008

O voto certo

No dia 15 os militantes da JSD do distrito de Lisboa escolhem uma nova liderança.

Já não sou da JSD e nunca fui da de Lisboa mas se fosse, era no Paulo Pereira que votaria.

Tem seriedade, companheirismo e força de vontade.

Esperemos que tenha também os votos.

uma infusão de Paulo Colaço às 03:46
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Responsabilidades sem pelouros...

António Costa e Helena Roseta (com o seu movimento de cidadãos extremamente independentes) firmam acordo que atribui responsabilidades a Roseta e a outra vereadora da sua lista.

O que não vai acontecer é a assunção de pelouros.

Espertinhos...

E a pergunta é: alguém tinha dúvidas que Costa e Roseta se viriam a tornar amigos?

A sede por rebentar Sócrates é tanta...

 

uma infusão de Paulo Colaço às 20:42
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Sonho de uma noite de Verão

Claudio Hochman encenou e um grupo de jovens actores/bailarinos/músicos/cantores encantou uma larga plateia.

Dos melhores espectáculos que tenho visto. De rir e chorar a rir, de tão espantoso!

Hoje e amanhã são os últimos dias de exibição no transformado Palácio da Independência, mesmo ao lado do Teatro Nacional D. Maria II (à entrada das Portas de Santo Antão).

 

A não perder. E só a 10 euros.

uma infusão de Paulo Colaço às 13:51
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Interesses

 

 

Um dos vizinhos do prédio que ardeu ontem acusou:
"Foi intencional. Há duas formas de resolver os problemas da morosidade e da burocracia em Lisboa: os prédios devolutos ou caem ou são incendiados. Assim resolve-se a morosidade da câmara municipal. Isto é recorrente. Não é a primeira vez, nem há-de ser a última".
Mais, considerou que o mais fácil e politicamente correcto quando há um incêndio, é dizer que foram os toxicodependentes...
 
Se calhar até foram, caro senhor, se calhar até foram. Mas alguém lhes terá dado o fósforo…
O Bule: ,
uma infusão de Paulo Colaço às 18:19
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