Chá quente

O requisito

Chá frio

Maio 2015

Junho 2014

Abril 2014

Outubro 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Agosto 2012

Novembro 2011

Junho 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

O Bule

todas as tags

Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

O requisito

Perguntou-se hoje no DN se o PM vai aproveitar a saída de Miguel Relvas para remodelar.

Em minha opinião, Pedro Passos Coelho precisava desta decisão do ministro para proceder à remodelar.

Ninguém compreenderia a entrada e saída de ministros se a situação de Miguel Relvas se mantivesse inalterada e, bem o sabemos, Pedro Passos não remodelaria Miguel Relvas nos mesmos termos dos restantes "remodeláveis".

Pela relação de ambos, pela importância política de Miguel Relvas, mas sobretudo porque - em bom rigor - a sua saída não tem as mesmas motivações.

Agora, o PM pode de facto estar à espera de uma decisão do Tribunal Constitucional, mas nunca foi esse o requisito para poder remodelar.

Têm sido muitos os erros estratégicos do actual governo mas acredito que uma remodelação bem feita pode reconciliar os portugueses com um trabalho duro, por vezes cego, mas essencial para a recuperação nacional que o Executivo tem de continuar a fazer.

uma infusão de Paulo Colaço às 14:05
link directo | vai uma chávena?

Servido por

Paulo Colaço

pesquisar aqui

 

Instagram

Instagram

Outras infusões

subscrever feeds

Analytics

Chávenas recentes

If justice would ever Justa there would be so many...
Outra versão interessante encontrada no tubo. http...
Alguém que diz que, num casal homossexual, "um hom...
Deixemo-nos de ingenuidades...a rédea curta nos ga...
Caro António Saraiva, uma releitura do título dest...