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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

O Comunismo e o seu fracasso genético

Um professor de economia foi confrontado com uma turma que insistia nos benefícios do comunismo: “ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo”, diziam os alunos.

 

Incapaz de convencer os alunos que o comunismo não era funcional, propôs uma experiência. Em vez de dinheiro, usariam as notas.

 

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma. Na sequência dos primeiros testes, todos ficaram com 14. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram muito deliraram com o “resultado” do comunismo.

 

No segundo exame, o comportamento da turma foi o seguinte: os preguiçosos estudaram ainda menos (esperavam tirar notas boas de qualquer forma) e os que habitualmente estudavam bastante resolveram relaxar, visto que o seu esforço jamais seria premiado na divisão das notas. Média geral? Foi 10…

 

Ninguém gostou.

 

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

 

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. O sentimento de injustiça passou a fazer parte daquela turma. E ninguém estava disposto a estudar para beneficiar o resto da turma. Portanto, todos os alunos chumbaram à cadeira... Para sua total surpresa.

 

No final, o professor explicou que "quando a recompensa é grande, aumenta o esforço pelo sucesso, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao trabalho, sucesso e produtividade, então o fracasso é inevitável."

 

Premiar a preguiça desmoraliza quem trabalha.

 

(in cenas que recebo na caixa de mail)

 

O Bule:
uma infusão de Paulo Colaço às 13:51
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