Chá quente

António Barreto nunca des...

Bruno de Carvalho foi à Ó...

Coisas que a História nos...

O efeito Rio

Um dilema chamado Ronaldo

Chá frio

Junho 2018

Maio 2015

Junho 2014

Abril 2014

Outubro 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Agosto 2012

Novembro 2011

Junho 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Chás mais bebidos

quem já bebeu
quem já bebeu
quem já bebeu
quem já bebeu

O Bule

todas as tags

Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

A (única) ditadura que aceito

Há uns anos, chegando a Ministro das Finanças, um certo governante anunciou de imediato as seguintes medidas, aqui transcritas textualmente:

 

a) que cada Ministério se compromete a limitar e a organizar os seus serviços dentro da verba global que lhes seja atribuída pelo Ministério das Finanças;

b) que as medidas tomadas pelos vários Ministérios, com repercussão directa nas receitas ou despesas do Estado, serão previamente discutidas e ajustadas com o Ministério das Finanças;

c) que o Ministério das Finanças pode opor o seu «veto» a todos os aumentos de despesa corrente ou ordinária, e às despesas de fomento para que se não realizem as operações de crédito indispensáveis;

d) que o Ministério das Finanças se compromete a colaborar com os diferentes Ministérios nas medidas relativas a reduções de despesas ou arrecadação de receitas, para que se possam organizar, tanto quanto possível, segundo critérios uniformes.

 

Há dias, algo semelhante foi anunciado pelo ministério de Vítor Gaspar. Resultado: toda a gente estremeceu, comentou, repudiou.

 

Estas limitações ao funcionamento dos ministérios e serviços público, a que vulgarmente se chama de “ditadura do Ministro das Finanças”, já vêm de longe. Não são novidade. Gaspar não é o primeiro nem será o último a ter de lembrar duas coisas aos portugueses:

- só se pode gastar o que há

- nem tudo o que há se pode gastar

 

E a minha dúvida é a seguinte: quantos mais anos levaremos a perceber que Portugal tem de viver em permanente ditadura do Ministro das Finanças?

 

Já agora, o discurso acima foi feito por António de Oliveira Salazar.

uma infusão de Paulo Colaço às 12:04
link directo
De António Saraiva a 12 de Abril de 2013 às 12:19
Quase ...até talvez de acordo com o acerto da contabilidade...embora o autor do texto me provoque calafrios...mas isto é dirigir um país?...Qual o legado que o de Santa Comba nos deixou ?...
Falta o resto...que não é pouco...que é mesmo muito e ...não se vê nada...porque legado como aquele... nem o autor do blog o deve querer...
Haja Deus!
Comentar:
De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres




O dono deste Blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

Servido por

Paulo Colaço

pesquisar aqui

 

Instagram

Instagram

Outras infusões

subscrever feeds

Chávenas recentes

Dou o exemplo da ascensão de Hitler tantas vezes.É...
If justice would ever Justa there would be so many...
Outra versão interessante encontrada no tubo. http...
Alguém que diz que, num casal homossexual, "um hom...
Deixemo-nos de ingenuidades...a rédea curta nos ga...