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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Um decanso

Freitas do Amaral aceitou a proposta feita pelo presidente da Federação Portuguesa de Futebol para liderar o processo de averiguação sobre o que ocorreu na última reunião do seu Conselho de Justiça.

 

Fico  tranquilo com a escolha: sendo mais difícil mudar de clube que de partido, Freitas (que se tornou expert) não terá tentações nesta investigação.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 11:45
link directo | vai uma chávena?
quem já bebeu:
De Umabel a 9 de Julho de 2008 às 12:26
lamentável sua postura e de muitos que não admitem colaboração mas só oposição entre politicos de partidos diferentes, deve ser do club do PP que mandou tirar o retrato do homem da parede do CDS-PP... pq raio o ministro dos negócios estrangeiro não podia ser senão do PS?
santa ignorancia...
De Paulo Colaço a 9 de Julho de 2008 às 12:53
Cara Umabel,

Eu sou social democrata e na minha sede até tenho um retrato de Sousa Franco. Convivo bem com os direitos de vira-casaquismo dos outros.

Os políticos de partidos diferentes podem colaborar, claro que sim. E até podem mudar de opinião. Ou de ideologia. Ou sair do Governo e entrar para as administrações de grandes empresas públicas. Ou privadas.

Podem até reformar-se e acumular reformas com outros altos vencimentos.

Podem tudo. Não podem é achar que somos cegos às suas tropelias ou que estão acima da crítica democrática. Nem sequer estão acima do escárnio.

Desde Gil Vicente que nos rimos dos costumes. Dos bons e dos maus. Tente, cara Umabel, não olhar de lado para esse nosso pequeno direito.

Outra nota: a minha ignorância nunca será santa. Quando muito profana.

E obrigado pela sua visita. Mesmo.
De Francisco Castelo Branco a 9 de Julho de 2008 às 21:20
Caro Colaço não concordo com a tua opinião, mas respeito, deitando aqui algumas interrogações...


Acho que Freitas prestou um grande serviço ao país, isto porque graças a ele também o 25 de Abril se realizou.....

Quanto á questão, acho que o facto de Freitas ter integrado o governo do PS não pode ser visto como vira-casaquismo ou traição..
Até porque qualquer pessoa que seja Ministro é de Portugal e nao de nenhum governo.

Acho até saudavel que pessoas de diferentes partidos ou até mesmo independentes. Porque o que está em causa é o interesse nacional

Foi lamentavel a cena do quadro devolvido. Isso so podia ser feito por uma pessoa como Paulo Portas.
Como dizes, e bem, na sede do partido ainda está a de Sousa Franco

As pessoas têm direito a mudar de partido ou de ideologia. Até porque nos dias que correm os partidos têm pouco de ideologia, o que é pena......

Na minha opinião, ser de um partido não significa "lealdade" até ao fim da vida. Tem mais a ver naquilo em que se acredita. Na tal ideologia que eu falava há pouco.
Não é o mesmo que um clube. Porque aqui trata-se de paixão.
Eu próprio já tive simpatia por dois partidos.
E não me senti nem ligado nem tendo que "jurar" por fidelidade eterna.

No caso de Freitas acho que fez bem em aceitar este desafio.
Até porque o considero um homem sem se deixar influenciar por determinadas cores.Por isso é que aceitou ser membro do governo PS.

Esta questão da troca de partidos é muito interessante e tem muitos pontos de vista.
De Paulo Colaço a 10 de Julho de 2008 às 05:11
Concordo com quase tudo o que dizes, Chico.
Também acho lamentável que Portas tivesse tentado reescrever a história do CDS: muito feio.

Divergimos nisto: pertencer a uma equipa executiva (um governo, camara municipal, direcção de um clube ou comissão política) é aceitar trabalhar segundo um programa eleitoral.

Tu achas que Freitas aceitou por concordância com novas ideias, por ideologia. És crente. Eu já perdi a crença.

Eu acho que Freitas aceitou porque não tinha como negar. A presidência da Mesa da Assembleia Geral da ONU e a posição que assumiu na Universidade Nova de Lisboa tornaram Freitas num homem agradecido. Infelizmente, o apoio ao PS no referendo da Regionalização não chegou.

Freitas é um bom jurista. Não ponho a mão no fogo pelo resto.

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