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Sábado, 25 de Outubro de 2008

Freitas II

 

Nessa entrevista, subscrevendo uma nota do Pereirinha, Freitas está a tentar fazer as pazes com o seu passado e com as pessoas.
 
Gosto muito da figura de Freitas do Amaral.
Atenção, eu disse “a figura”. Ou seja, é uma personagem da política sobre a qual sempre me agradou falar.
No início muito bem, agora nada bem.
 
Freitas foi a primeira (e única) pessoa da política por quem chorei.
Era este o enquadramento: eu tinha 10 anos e estive envolvido a fundo na sua campanha presidencial (em Rio Maior). A derrota pesou-me muito.
Para piorar, o hino da campanha de Soares era cantado pelo Rui Veloso, a quem achava que nunca ia perdoar (coisas que cachopo. Passou rápido).
 
Depois disso, as voltas e vira-voltas da vida apanharam Freitas sempre com um pé no ar, ou seja, com pouca estabilidade e centro de gravidade pouco seguro.
Talvez por isso não tenha conseguido resistir às ofertas matreiras que lhe foram fazendo alguns amigos de circunstância.
 
A coligação PSD/PS para o levar a presidente da AG/ONU, a chegada a Ministro do PS, a posição que alcançou na faculdade de Direito da Nova, o activismo na Regionalização, etc.
 
Acho que a história lhe fechou a porta na cara, com estrondo. No entanto, abriu-lhe muitas janelas. Aquelas que talvez merecesse, mas não pelo percurso dos últimos anos…
uma infusão de Paulo Colaço às 16:38
link directo | vai uma chávena?

Freitas I

Freitas deu esta semana uma entrevista à RTP.

Gostei da entrevista. Foi muito interessante.

 

É um post atrasado, bem sei, mas antes tarde que nunca.

 

uma infusão de Paulo Colaço às 16:34
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